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Mogi Guaçu: um pouco de sua história

Publicado por Construvenda,
19 de maio de 2017

Mogi Guaçu: um pouco de sua história
O município de Mogi Guaçu, que já foi considerada a capital da cerâmica, hoje se destaca pelos principais polos industriais e comércio da região. Conheça um pouco mais sobre a história da cidade, cujo nome significa “grande rio das cobras” e nossa homenagem à Mogi e aos guaçuanos.

Até o século 17, os índios caiapós habitavam a região. Com a chegada de bandeirantes vindos de Jundiaí, entre 1650 e 1655, que viajavam rumo ao oeste de Minas Gerais e a Goiás, em busca de ouro, pedras preciosas e escravos índios, a população indígena local foi diminuindo e, às margens do rio Mojiguaçu, foi formado um vilarejo para dar pouso aos bandeirantes. Em 1728, o vilarejo foi elevado ao título de “freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campo”. Em 1751, passou a se chamar Mogi Guaçu.

O desenvolvimento econômico começou com a produção de café e a instalação do ramal ferroviário da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro (1875). Em 9 de abril de 1877, tornou-se município. Passou a ser comarca somente em 30 de dezembro de 1966.

Com a abolição da escravatura em 1888, deu-se início à fase industrial através de imigrantes italianos que instalaram as primeiras cerâmicas. O pioneiro foi o padre José Armani, com sua fábrica de telhas. Isso se deveu à grande quantidade de um tipo de argila encontrado no município, chamado taguá. Em 1909, foi instalada a iluminação elétrica na cidade, substituindo os lampiões de querosene.

Hoje, Mogi Guaçu tem um perfil econômico diversificado, abrigando empresas do ramo de papel e celulose, de alimentação, metalurgia e cosméticos, entre outras espalhadas nos cinco distritos industriais. Além da diversificação industrial, uma característica de poucos municípios, Mogi Guaçu também se destaca pela sua produção agrícola da laranja (que ocupa o terceiro lugar na produção estadual) e do tomate (terceiro lugar na produção do estado). O comércio também alcançou expressão, atraindo consumidores de cidades vizinhas. O comércio cresceu em torno da igreja matriz Nossa Senhora da Imaculada Conceição, que se tornou a padroeira do município, localizada na praça Rui Barbosa, conhecida como Recanto.

Os movimentos culturais também formam a história do município. Há 29 anos, é realizado o Feteg (Festival de Teatro do Estudante Guaçuano) e, há 28 anos, o Encontro de Coros. No esporte, um dos eventos mais tradicionais é a Maratona Esportiva Guaçuana, que é realizada há 40 anos.

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